Líderes empresariais do RS se reuniram na Federasul para referendar as ações da Entidade
(Porto Alegre, 10 de outubro de 2007)
Cairoli disse que a Entidade “não aceita o diagnóstico de que o Estado está diante de duas opções: aceitar o aumento de impostos ou viver o caos”. O presidente mostrou que há outros caminhos a serem trilhados e lembrou as proposições do Pacto pelo Rio Grande, assinado por todos os partidos da Assembléia, “as mesmas forças que estavam no governo em 2006, continuam no governo em 2007”. O Pacto projetava um cenário de redução progressiva do déficit público em quatro anos sem aumento de impostos.
A posição da Federasul é de que o ajuste do Rio Grande passa por desenvolvimento e controle de despesa. Cairoli mostrou os números do aumento do ICMS gaúcho que subiu mais que o dos demais Estados e disse que não adianta aumentar impostos porque “falta controle dos gastos públicos”. Ele disse ainda que além de gradual, as saídas para o Estado necessitam de medidas pontuais, sintonia entre poderes, combate à sonegação, aprimoramento de gestão, eliminação de empresas deficitárias, controle de gastos com pessoal e, principalmente, apostar no desenvolvimento da economia.
Aumentar impostos é desaquecer a economia, lembrou o presidente da Federasul, é mais desemprego, pirataria e fechamento de empresas. “É um ciclo vicioso que nos condenará, mais adiante, a novos aumento de impostos”, enfatizou Cairoli, que finalizou dizendo: “quem está ao lado do desenvolvimento e do emprego dos gaúchos, irá votar contra o aumento de impostos”. – Uma centena de líderes empresariais do interior, através de suas associações comerciais, se reuniram nesta quarta-feira (10.10), na Federasul, para ratificar, por unanimidade, o apoio a posição contrária da Entidade ao aumento de impostos ou qualquer outra forma de oneração do consumo da cadeia produtiva, previstos no pacote do governo. As manifestações foram formalizadas pela manhã, durante reunião da Divisão do Interior com a participação do presidente José Paulo Dornelles Cairoli, continuaram na reunião de diretoria às 11h, onde receberam embasamento técnico e jurídico, e culminaram no pronunciamento no Tá na Mesa, onde o presidente Cairoli, uma vez mais, falou sobre a postura propositiva da Federasul em relação à crise do Rio Grande.Imprensa Federasul
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